AEROFOTOGRAMETRIA – são procedimentos técnicos realizados para a obtenção das imagens digitais da superficie do terreno, por meio de uso de câmeras fotogramétricas embarcadas em aeronaves, durante a execução de voo especificamente planejado para esta atividade.
AEROTRIANGULAÇÃO – é o processo realizado para obter a densificação de pontos de controle utilizados para correlacionar as imagens obtidas na cobertura aerofotogramétrica e o sistema de coordenadas usado no mapeamento.
ACURÁCIA POSICIONAL – a qualidade verificada de acordo com a melhor precisão da posição geográfica das coordenadas do conjunto de dados geoespaciais.
ACURÁCIA TEMÁTICA – refere-se a correta interpretação das feições e atributos, bem como ao seu enquadramento nas classes previstas de acordo com a norma ET-EDGV.
BDG – BANCO DE DADOS GEOGRÁFICO – É o banco de dados preparado para suportar feições geométricas em suas tabelas, tendo este uma lógica para manipulação e padronização dos dados geoespaciais.
BASE CARTOGRÁFICA DIGITAL CADASTRAL DE REFERÊNCIA (BCDCR) – é o produto resultante do Mapeamento Topográfico para Grandes Escalas (MapTopoGE) de um espaço geográfico, no caso deste PB o Município de Salvador, na escala 1:1.000. É composta por todas as instâncias das classes de objetos previstas na ET-EDGV SALVADOR.
CARTOGRAFIA DIGITAL – mesmo que mapeamento digital, é o processo pelo qual um conjunto de dados são compilados e formatados em uma imagem digital; a função principal dessa tecnologia é a produção de mapas com representações geométricas precisas.
CARTOGRAFIA COLABORATIVA – ou mapeamento colaborativo ou mapeamento participativo – é o mapear uma determinada região e incluir informações organizadas e visualizadas nos mapas permitindo a descentralização e colaboração. Geralmente sua eficiência é baseada no volume de interação e participação dos usuários. Ex.: Waze, Google Earth.
CTM – CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO. Segundo a Ministério das cidades em 2009, “o cadastro territorial multifinalitário (CTM) é o inventário territorial oficial e sistemático de um Município e baseia-se no levantamento dos limites de cada parcela, que recebe uma identificação numérica inequívoca”.
CDGV – Conjunto de Dados Geoespaciais Vetoriais.
CLASSE DE OBJETOS – São agrupamentos de feições seguindo premissas básicas observando o aspecto funcional comum.
COMPLETUDE – Relaciona-se com a presença ou ausência de feições no conjunto de objetos existentes na Célula.
CONSISTÊNCIATOPOLÓGICA – Aplicação de regras de validação espacial entre as diversas camadas geográficas de um sistema, que limitam as possibilidades de erros de traçado e posicionamento dos objetos geográficos e permitem agregações precisas de objetos menores em objetos de maior representatividade. Ex.: Um Lote só pode ser desenhado se estiver dentro de uma quadra.
DADOS GEOESPACIAIS – São os dados geográficos georreferenciados representados como imagem (raster) ou como vetor com a primitiva gráfica ponto, linha ou polígono.
DADOSVETORIAISGEOESPACIAIS – São os dados geográficos georreferenciados representados com a primitiva gráfica ponto, linha ou polígono.
DSG – Diretoria de Serviço Geográfico do Exército Brasileiro – Órgão técnico normativo das ações de mapeamento sistemático no Território Nacional.
ET-ADGV – Especificação Técnica para a Aquisição de Dados Geoespaciais Vetoriais.
ET-CQDG Salvador – Especificação Técnica para Controle de Qualidade dos Dados Geoespaciais Vetoriais.
ET-EDGV Salvador – Especificação Técnica para Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais.
ET-PCDG – Especificação Técnica de Produtos de Conjuntos de Dados Geoespaciais.
FOTOGRAMETRIA – envolve o uso de fotografias estereoscópicas: fotogrametria estereoscópica.
GEOSERVIÇOS – São as funcionalidades acionadas mediante um navegador de Internet, que uma IDE (Infraestrutura de Dados Espaciais) oferece aos usuários para acessar dados e metadados geoespaciais.
GNSS – Sistema Global de Navegação por Satélite.
IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística;
INDE – Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais. Conjunto integrado de tecnologias, politicas, mecanismos e procedimentos de coordenação e monitoramento, padrões e acordos necessários para facilitar e ordenar a geração, o armazenamento, o acesso, o compartilhamento, a disseminação e o uso de dados geoespaciais. (Brasil, 2008).
LEVANTAMENTOS GEODÉSICOS DE PRECISÃO DE ÂMBITO REGIONAL – Levantamentos destinados ao estabelecimento de pontos necessários ao atendimento das necessidades de uma região onde se desenvolvem atividades humanas intensas e, em consequência, existe uma valorização elevada do solo.
MARCO GEODÉSICO – são pontos com informações precisas de latitude, longitude e altitude.
MDE – Modelo Digital de Elevação – é uma grade de varredura do solo regularmente espaçada referenciada a um ponto de referência vertical comum. Quando você filtra pontos fora do solo, como pontes e estradas, você fica com um modelo de elevação digital suave. Quando você anula a vegetação e estruturas feitas pelo homem de dados de elevação, você obtém um MDE.
MDS – Modelo Digital de Superfície – Representação Planialtimétrica as superfície da Terra, incluindo a vegetação e edificações captura as coberturas naturais e construídas na superfície da Terra.
MDT – Modelo Digital do Terreno – é um conjunto de dados vetoriais composto de pontos regularmente espaçados e características naturais, como cristas e linhas de ignição. Um MDT aumenta um MDE, incluindo características lineares do terreno.
METADADOS – São as informações sobre os dados digitais disponibilizados por determinado órgão ou setor. É uma explicação para os usuários com a descrição dos campos da tabela, para que o usuário entenda o conteúdo e possa utilizá-lo com as devidas restrições;
ORTOIMAGEM – ORTOFOTO OU ORTOFOTOGRAFIA são imagens aéreas corrigidas ortogonalmente nas quais as distorções da verticalidade das feições são eliminadas, possibilitando, por exemplo, a visualização das edificações mais próximas da posição perpendicular.
REAMBULAÇÃO – Processo de levantamento de campo para identificação e complementação de atributos (incluindo a geometria), cujos detalhes não puderam ser adquiridos e/ou interpretados na restituição dos modelos fotogramétricos ou das ortoimagens.
REDE DE REFERÊNCIA CARTOGRÁFICA DO MUNICIPIO – RRCM – conjuntos de pontos materializados através de marcos com coordenadas planimétricas e/ou altimétricasreferenciadas ao Sistema Geodésico Brasileiro (SGB) na segunda realização do SAD 69.;
RESTITUIÇÃO ESTEREOFOTOGRAMETRICA DIGITAL – É a geração de uma camada geográfica vetorial, como por exemplo, a Testada de Lote. A geração cartográfica é feita por estações restituidoras com a utilização de um par estereoscópico de fotografias aéreas ou orbitais, levando em consideração a altimetria da região restituída.
RRNN – Referência de Nível. Conjunto de estações geodésicas que fornecem informações oficiais e altamente precisas altitude.
SGB – Sistema Geodésico Brasileiro;
SICAD – Sistema Cartográfico e Cadastral do Município do Salvador institucionalizado através do Decreto 16.781/06.
SICAR RMS 1992 – Sistema Cartográfico da Região Metropolitana de Salvador.
SIG – Sistema de Informações Geográficas.
SIRGAS 2000 – Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas estabelecido por meio da resolução N° 001/2005.